quinta-feira, 7 de maio de 2009

teste do google docs

Não liguem para esse post, pois é voltado para uns testes que estou fazendo com o google docs. 


Testando.

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quarta-feira, 1 de abril de 2009

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Dia de chuva!

Em mais um turbilhão de mudança climática chove hoje no Rio de Janeiro. Incrivel como o verão por aqui consegue ser tão diferente do que a própria estação propõe ser.

Adoro dias de chuva, mesmo nas grandes metrópoles, onde o planejamento urbano é sempre colocado em prova nessas horas. Para ter uma idéia de como as coisas acontecem, indiferente de que região a cidade esteja, basta dar uma olhadinha nos principais jornais do local. Aqui no Estado do Rio de Janeiro é comum todos os dias ter aquelas reportagens de denúncias nos jornais impressos e matérias jornalísticas na TV.

É nessas horas que consolido minhas idéias dentro de mim mesmo em pensar que é a vida na metrópole que pode te proporcionar muito mais desafios. Estou certo de que ninguém gosta de pular buracos ou desviar deles no meio da rua, mas o desafio que quero dizer é algo mais ideológico. A cidade nos proporciona uma verdadeira abundância de informações e situações que temos sempre de nos modelar de acordo com o que o todo pede. 

Alguns filósofos, creio, falam que foi a própria cidade que desumanizou o homem, mas até que ponto será que isso é verdade? Isso pode ser um fato do ponto-de-vista de uma pessoa que habitava um ambiente diferente e fui exilado de seu meio para os grandes centros, acredito. É o caso do bóia-fria que sai da região Nordeste em busca de emprego no Sudeste. Mas e os que já nascem na selva de pedras? Não acredito que estes devam ficar condicionados aos contentamentos de mestres e doutores só porque eles escrevem melhor que muita gente.

Não quero levantar uma nova bandeira ideológica com isso, até porque ela já deve ter sido levantada por alguém que pode ou não ler meu blog eventualmente. Mas é a partir de questionamentos assim que passamos a produzir conhecimento. Todavia, diga-se de passagem, há vezes em que a metrópole suprime o indivíduo e lhe dá uma condição mínima de sobrevivência. Tecnocracia ou Capitalismo, não sei. Não falo mais pra não perder o foco.

Na minha nova aventura pelo Estado do Rio de Janeiro já pude perceber muito da relação das pessoas daqui com a cidade em que vivem. Primeiro pois, diferentemente de Salvador, as fronteiras entre as cidades circunvizinhas ao Rio são praticamente inexistentes: tudo é uma coisa só. Além disso, as distâncias por aqui diminuem o tempo que o sujeito carioca poderia dispor para si mesmo e para conhecer sua própria cidade, sendo possível enxergar a beleza do RJ, mas isso não é algo democrático.

Como exemplo dessa falta de tempo dá pra mostrar o principal lazer do carioca em algumas poucas palavras, pois quando lhe sobra algumas horinhas do final de semana só há futebol, praia, cinema e shopping como lazer. Ironicamente, é realmente isso que acontece e só. Poucas são as pessoas daqui do Rio, até onde vi, que preferem ir a um teatro do que ir à praia, ou mesmo visitar os pontos turísticos da cidade. Para minha surpresa, muita gente nunca nem foi ver o Cristo Redentor!!

Aos poucos vou me familiarizando com o Rio de Janeiro, encontrando similaridades com Salvador, como a receptividade das pessoas, e me surpreendendo com o jeito educado de ser daqui, diferente do que falam da malandragem carioca. Obviamente deve ter muito malandro por aí, mas quero distância desses :P

No mais, algo que me deixou intrigado é a vontade de muitos cariocas conhecerem a Bahia, e o carnaval de Salvador. Vontade também de alguns paulistas com quem topei por aqui e ácola nesse Rio de Janeiro. Enquanto eu saio de lá tem gente querendo viver na terra do Axé de uma vez por todas. Realmente o Brasil é o país das diferenças :P 

Vai entender isso aqui...

Abraços :)

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

De volta! Agora no RJ!

"Cada cara representa uma mentira: nascimento, vida e morte. Quem diria!"

É com essa frase de uma música bastante conhecida de quem conhece música brasileira que começo esse post de reinauguração do blog. Agora que mudei de estado tenho acesso a uma das maiores metrópoles do país, o Rio de Janeiro. Com isso, novos questionamentos virão, novas fotos surgirão, diferentes experiências que jamais tive em Salvador poderei ter aqui, ou não. 

Muitos dos meus amigos sempre me questionavam a razão de eu querer me mudar para o RJ, e sempre lhes expliquei que a razão maior era obviamente estudar Jornalismo e seguir carreira de jornalista, até conseguir me tornar um correspondente internacional. Mas talvez a chance de vivenciar um novo ambiente diferente daquele que já estava acostumado por 20 anos tenha influenciado nessa minha escolha.

A verdade é que o Rio de Janeiro, cidade maravilhosa e foco de bastantes críticas do jornalismo nacional e internacional por causa dos casos frequentes de violência é palco para o aprendizado e para a experiência de vida, acredito. O Rio me proporcionará viver com meus próprios pés e conhecer gente nova, algo que não tem preço. Apesar do calor imenso que faz por aqui, confesso que tudo está ocorrendo bem.

Do que já vi no Rio muito se assemelha ao que via em Salvador. Tanto o comportamento da população, extremamente receptiva até a fisionomia. O carioca é muito parecido com o baiano, a única coisa que diferencia um do outro é o sotaque. Além disso, já tive contato com muitos cariocas fascinados pela Bahia, que têm como sonho de consumo participar do carnaval de Salvador. Para eles digo somente: não gosto, mas vai lá tirar suas conclusões.

Chega até a ser engraçado, confesso, tentar me enturmar na cariocada, aprender os ônibus, a andar de metrô, a realmente me tornar um carioca, principalmente para fugir do estereótipo do baiano cansado e preguiçoso, algo que ainda é muito forte por aqui. Mas pra não manchar minha própria imagem, levo isso na esportiva, e é claro que também dou minhas alfinetadas quanto a maladragem do riodejaneirense, como diria em tom de sarcasmo com um amigo meu :P

No todo, tenho esperança de que o tempo que ficarei no Rio valha à pena, isso eu tenho.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

HIATO INDEFINIDO

O BLOG VAI PARAR POR PERÍODO INDETERMINADO! OFICIALMENTE!

Enquanto isso, acompanhe-me em:

http://logged-in.org/

O Logged-in é um blog sobre cibercultura. Na verdade, eu sempre comentei com algumas pessoas que faria uma convergência de todos os blogs que escrevo em um só. Bom, esse momento chegou, só que com um conceito diferente. O Logged-in é escrito por mim e pelo Demolution, um amigo legal que ajuda principalmente na parte técnica e vive mais na cibercultura do que eu :P

Espero que os que estavam acostumados a ler esse blog atualizem os favoritos.

Até +

:)

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

A cultura e a cidade

Estou aqui morrendo de sono e escrevendo quase de olhos fechados, abrndo de vez em quando para checar se não escrevi algum absurdo e cometi algum erro ortográfico, afinal, caso o faça, seria insensato de inha parte.

Acontece que hoje, após o despertar da lembrança da existência desse blg pela Rafaela, e também pela vntade de eescrever algo sobre a experiencia desse dia, vim aqui. Mesmo morrendo de sono tentarei escrever algo, afinal, é terapéutico também manter blog, quem sabe pode ajudar a tirar meu sono?

Whatever. Sei que hoje ouvi uma palestra muito interessante na faculdade com duas pessoas também muito interessantes. Moacyr Gramaco e Fernanda Capelet, respectivamente diretor do TCA (Teatro Castro Alves) e a atriz, cenógrafa, diretora, rata-de-teatro. O foco da palestra, Acessibilidade, Políticas Públicas e Pluralidade na Cultura Baiana despertaam o interesse de muitos.

O discurso trazido pelos palestrantes foi de mostrar a importância deste teatro-instituição e para o prazer de ir ao teatro em si, movimentado pelas políticas públicas de incenitvo à procura deste instrumento de entretenimento cutural. Há porém, de se pontuar, a falta de vontade/estímulo da população para ir a esse tipo de lugar.

Por isso, defendo anarquizar a arte, se é que esse termo existe. Liberá-la de toda e qualquer prisão entreos muros dos teatros e galerias. Exravazar os sentimentos dos artistas em pleno céu da Baía de Todos os Santos com fumaças em aviões ou cantar no meio da rua enquanto o povo passa apressado diante de ti sem te notar.

Espero que esse debate renda, pois não aguento mais. Indo dormir.

domingo, 7 de setembro de 2008

Luz

Luz.

Há muita luz aqui hoje.

O sol brilha como nunca e alguma coisa na atmosfera deturpa um pouco a cor típica do céu.
Mais um dia de domingo sem nada pra fazer.

HPIM4272

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

As pessoas e os ônibus

Je vois les gens qui regard l'avenue sur les fenêtres.
Je vois les gens dans les autobus et je trouve difficile deviner qu'est-ce qu'ils pensent aussi.

Em outras palavras:

Eu vejo as pessoas que observam a avenida através de suas janelas.
Eu olho as pessoas nos ônibus e acho difícil advinhar o que eles pensam também.

Tentativa falha de ser poeta. Vamos para a prosa.

Uma das coisas que mais me intriga, e que já disse isso superficialmente no início do blog, é sobre a vida que nós temos dentro dos ônibus. Acho tão interessante como as relações com as pessoas no coletivo beiram a telepatia. Se fossem telepáticas seria muito melhor, de fato.

Dentro dos ônibus, nunca se fala uma palavra toda. O "com licença" é sempre fraco, sai pela metade (a não ser em momentos de caos quando não há espaço para passar); as conversas sempre são baixas e envergonhadas, a não ser quando se está com amigos ou quando aquela pessoa sem bom senso atende o celular e começa a contar toda sua rotina para todos ouvirem.

Esse último caso me lembra uma coisa em especial. Li, certa vez, que no Japão, as pessoas preferem usar o SMS do celular. Por qual motivo? Simples. Eles preservam o silêncio e não atendem celular dentro dos ônibus, metrô, trens. Claro que há suas excecões, e os grandes centros (as metrópoles!) nunca seguirão uma regra linear.

Mas voltando ao assunto do ônibus, lembro-me também de todas aquelas vezes quando pegamos a condução para a faculdade/trabalho e damos de cara com alguns rostos familiares. É até engraçado, por sinal, ver a satisfação/indiferença/familiaridade da reação das pessoas ao te ver chegar e até mesmo perceber a nossa própria reação quando alguém não consegue pegar o ônibus no horário ou chega às pressas.

Aqui na Bahia principalmente, onde muita gente acha que pode te chamar de amigo e agir de tal forma, a tendência segue para a aproximação dessas relações de ônibus. Nossa! Quantas vezes já vi bate-papos entre motorista e passageiro? Incontáveis. Sem falar nos festejos de aniversário dentro do ônibus. Sim. Vocês leram isso mesmo: festa de aniversário no ônibus.

É por essas e outras que eu adoro as cidades. Apesar de contraditório, e muitas vezes, como dizem alguns acadêmicos cujos nomes não me recordo como de costume, a cidade ou a metrópole que surgiu para desfazer as relações sociais entre os homens, tornando-os uma completa multidão uniforme, que não lembra nem mesmo de suas origens, também oferece condição de reaproximação entre os indivíduos.



segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Hiato

A vida na cidade tem sido muito calma ultimamente. Sem grandes acontecimentos, ou nada que me chamasse atenção em especial.

Tenho tentado dedicar minha vida a meus estudos, embora vez ou outra zapeie a TV, vendo o que acontece nas outras metrópoles. Nada que desperte meu interesse. Estou em hiato, sem idéias sobre o que escrever.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

É culpa da globalização?

Graças a Deus nasci quando nasci. Embora diversos fatos históricos - alguns incertos quanto sua veracidade - sejam de extremo interesse para mim e que indiscutivelmente faria o possível e o impossível para vivenciá-los, confesso que não houve momento melhor para existir do que agora. Esse “agora”, em que tudo que se fala é pós-moderno, é cibercultura, é o reflexo da vida nas cidades cujas sociedades são caóticas, o agora em que a culpa sempre é da mídia ou globalização.

Tudo está conectado, com atenção especial aos nós espalhados pelos continentes, centros de produção de cultura espontânea e fabricada. Falo, sim, aqui, das metrópoles. Explicadas pela estética de diversas formas. Objeto especial de fotógrafos, grafiteiros e artistas plásticos. Esses últimos se mesclando vez ou outra.

A evolução do homem, e do pensamento humano, tem sido tão rápida que assusta muita gente. Para mim, nada mais é assustador. Não vi de tudo, mas tudo espero acontecer.

Tal qual a constante mudança e renovação das redes sociais na internet, não pontuadas aqui, o povo comum também tem seu momento e lugar em toda essa atualização do jeito de ser. Alguns (alguns só?) dizem “maldita inclusão digital”, mas até que ponto isso é verdade? 

Admito, um pouco incerto talvez, que ver um autônomo (como gostam de chamar), desejar-lhe um “boa tarde” envergonhado no ônibus e começar a anunciar as “aulas de informática e computação” bem como as “mais de 1000 receitas culinárias em um só CD” é um tanto novo até para mim. Há pouco tempo anunciavam balas somente, agora a pirataria se profissionalizou!

Verdade seja dita, essas surpresas que nós vemos na cidade, essa adaptação constante às mudanças rápidas e efêmeras é trágica até certo ponto, mas lindas de se ver acontecer. Daqui a uns dias, quem sabe o que veremos as pessoas venderem nos ônibus?

Lembro-me de certo dia de semana, em que uma amiga estrangeira estava aqui no Brasil, e ficara surpresa com as coisas que as pessoas vendiam aqui. Muitas outras coisas a surpreendiam, assim como acontece com outras pessoas, mas essas coisas, que vejo nessa cidade, não vou postar hoje. É assunto para o futuro :)