quinta-feira, 7 de maio de 2009
teste do google docs
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Política de Privacidade
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Dia de chuva!
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
De volta! Agora no RJ!
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
HIATO INDEFINIDO
Enquanto isso, acompanhe-me em:
http://logged-in.org/
O Logged-in é um blog sobre cibercultura. Na verdade, eu sempre comentei com algumas pessoas que faria uma convergência de todos os blogs que escrevo em um só. Bom, esse momento chegou, só que com um conceito diferente. O Logged-in é escrito por mim e pelo Demolution, um amigo legal que ajuda principalmente na parte técnica e vive mais na cibercultura do que eu :P
Espero que os que estavam acostumados a ler esse blog atualizem os favoritos.
Até +
:)
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
A cultura e a cidade
Acontece que hoje, após o despertar da lembrança da existência desse blg pela Rafaela, e também pela vntade de eescrever algo sobre a experiencia desse dia, vim aqui. Mesmo morrendo de sono tentarei escrever algo, afinal, é terapéutico também manter blog, quem sabe pode ajudar a tirar meu sono?
Whatever. Sei que hoje ouvi uma palestra muito interessante na faculdade com duas pessoas também muito interessantes. Moacyr Gramaco e Fernanda Capelet, respectivamente diretor do TCA (Teatro Castro Alves) e a atriz, cenógrafa, diretora, rata-de-teatro. O foco da palestra, Acessibilidade, Políticas Públicas e Pluralidade na Cultura Baiana despertaam o interesse de muitos.
O discurso trazido pelos palestrantes foi de mostrar a importância deste teatro-instituição e para o prazer de ir ao teatro em si, movimentado pelas políticas públicas de incenitvo à procura deste instrumento de entretenimento cutural. Há porém, de se pontuar, a falta de vontade/estímulo da população para ir a esse tipo de lugar.
Por isso, defendo anarquizar a arte, se é que esse termo existe. Liberá-la de toda e qualquer prisão entreos muros dos teatros e galerias. Exravazar os sentimentos dos artistas em pleno céu da Baía de Todos os Santos com fumaças em aviões ou cantar no meio da rua enquanto o povo passa apressado diante de ti sem te notar.
Espero que esse debate renda, pois não aguento mais. Indo dormir.
domingo, 7 de setembro de 2008
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
As pessoas e os ônibus
Je vois les gens dans les autobus et je trouve difficile deviner qu'est-ce qu'ils pensent aussi.
Em outras palavras:
Eu vejo as pessoas que observam a avenida através de suas janelas.
Eu olho as pessoas nos ônibus e acho difícil advinhar o que eles pensam também.
Tentativa falha de ser poeta. Vamos para a prosa.
Uma das coisas que mais me intriga, e que já disse isso superficialmente no início do blog, é sobre a vida que nós temos dentro dos ônibus. Acho tão interessante como as relações com as pessoas no coletivo beiram a telepatia. Se fossem telepáticas seria muito melhor, de fato.
Dentro dos ônibus, nunca se fala uma palavra toda. O "com licença" é sempre fraco, sai pela metade (a não ser em momentos de caos quando não há espaço para passar); as conversas sempre são baixas e envergonhadas, a não ser quando se está com amigos ou quando aquela pessoa sem bom senso atende o celular e começa a contar toda sua rotina para todos ouvirem.
Esse último caso me lembra uma coisa em especial. Li, certa vez, que no Japão, as pessoas preferem usar o SMS do celular. Por qual motivo? Simples. Eles preservam o silêncio e não atendem celular dentro dos ônibus, metrô, trens. Claro que há suas excecões, e os grandes centros (as metrópoles!) nunca seguirão uma regra linear.
Mas voltando ao assunto do ônibus, lembro-me também de todas aquelas vezes quando pegamos a condução para a faculdade/trabalho e damos de cara com alguns rostos familiares. É até engraçado, por sinal, ver a satisfação/indiferença/familiaridade da reação das pessoas ao te ver chegar e até mesmo perceber a nossa própria reação quando alguém não consegue pegar o ônibus no horário ou chega às pressas.
Aqui na Bahia principalmente, onde muita gente acha que pode te chamar de amigo e agir de tal forma, a tendência segue para a aproximação dessas relações de ônibus. Nossa! Quantas vezes já vi bate-papos entre motorista e passageiro? Incontáveis. Sem falar nos festejos de aniversário dentro do ônibus. Sim. Vocês leram isso mesmo: festa de aniversário no ônibus.
É por essas e outras que eu adoro as cidades. Apesar de contraditório, e muitas vezes, como dizem alguns acadêmicos cujos nomes não me recordo como de costume, a cidade ou a metrópole que surgiu para desfazer as relações sociais entre os homens, tornando-os uma completa multidão uniforme, que não lembra nem mesmo de suas origens, também oferece condição de reaproximação entre os indivíduos.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Hiato
Tenho tentado dedicar minha vida a meus estudos, embora vez ou outra zapeie a TV, vendo o que acontece nas outras metrópoles. Nada que desperte meu interesse. Estou em hiato, sem idéias sobre o que escrever.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
É culpa da globalização?
Graças a Deus nasci quando nasci. Embora diversos fatos históricos - alguns incertos quanto sua veracidade - sejam de extremo interesse para mim e que indiscutivelmente faria o possível e o impossível para vivenciá-los, confesso que não houve momento melhor para existir do que agora. Esse “agora”, em que tudo que se fala é pós-moderno, é cibercultura, é o reflexo da vida nas cidades cujas sociedades são caóticas, o agora em que a culpa sempre é da mídia ou globalização.
Tudo está conectado, com atenção especial aos nós espalhados pelos continentes, centros de produção de cultura espontânea e fabricada. Falo, sim, aqui, das metrópoles. Explicadas pela estética de diversas formas. Objeto especial de fotógrafos, grafiteiros e artistas plásticos. Esses últimos se mesclando vez ou outra.
A evolução do homem, e do pensamento humano, tem sido tão rápida que assusta muita gente. Para mim, nada mais é assustador. Não vi de tudo, mas tudo espero acontecer.
Tal qual a constante mudança e renovação das redes sociais na internet, não pontuadas aqui, o povo comum também tem seu momento e lugar em toda essa atualização do jeito de ser. Alguns (alguns só?) dizem “maldita inclusão digital”, mas até que ponto isso é verdade?
Admito, um pouco incerto talvez, que ver um autônomo (como gostam de chamar), desejar-lhe um “boa tarde” envergonhado no ônibus e começar a anunciar as “aulas de informática e computação” bem como as “mais de 1000 receitas culinárias em um só CD” é um tanto novo até para mim. Há pouco tempo anunciavam balas somente, agora a pirataria se profissionalizou!
Verdade seja dita, essas surpresas que nós vemos na cidade, essa adaptação constante às mudanças rápidas e efêmeras é trágica até certo ponto, mas lindas de se ver acontecer. Daqui a uns dias, quem sabe o que veremos as pessoas venderem nos ônibus?
Lembro-me de certo dia de semana, em que uma amiga estrangeira estava aqui no Brasil, e ficara surpresa com as coisas que as pessoas vendiam aqui. Muitas outras coisas a surpreendiam, assim como acontece com outras pessoas, mas essas coisas, que vejo nessa cidade, não vou postar hoje. É assunto para o futuro :)

